LUDICIDADE NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM.

 

1       INTRODUÇÃO

O brincar sempre se fez presente na vida das crianças. Através dele, elas viajam do mundo real para um mundo imaginário onde tudo pode acontecer. Objetos criam vida, ao mesmo tempo em que desaparecem e adquirem novas formas e sentidos; lugares distantes ficam a ‘um passo’ do alcance e até planetas desconhecidos viram ‘reais’. Pode-se construir e desconstruir ‘mundos’ e objetos.

 Nas brincadeiras, pode se ser rainha ou bruxa, herói ou bandido, pequeno ou grande, pois elas nos permitem ir além. “Ao brincar, o sujeito ensaia, treina, aprende se distrai, sim; mas se constrói: afirma, assimila, reorganiza, descobre e inventa suas formas enfrenta os enigmas, os desafios, as oportunidades e as imposições que a vida lhe apresenta”. As brincadeiras permitem à criança imaginar e ao interagir nas brincadeiras. Ela, ao mesmo tempo em que cria ‘saídas’ para situações reais, assimila regras sociais, observa o outro e elabora novos conhecimentos. Brincar, contudo, não é apenas ‘coisa de criança’.

 A ludicidade faz parte de toda a vida do homem e não é porque os adultos não brincam que ela deixa de existir, o lúdico como atividade inerente ao ser humano. Nós educadores devemos percebê-lo não apenas enquanto prática utilitarista, pois o jogo pelo jogo também pode promover produções de conhecimento.

 A prática do jogo nos proporciona essa alegria; alegria que também é saber, saber viver e saber ser que “ninguém é mais livre neste mundo do que aquele que consegue viver a alegria na liberdade, a liberdade na alegria e a alegria no viver”. O jogo exige que o jogador crie estratégias envolvendo seus conhecimentos na busca de soluções para sair-se bem.

 Ao conseguir resolver os problemas, o jogador assimila novos saberes e um sentimento de poder vencer os desafios. As atividades lúdicas, portanto, nos permitem experimentar, sentir, criar e recriar mundos e situações. Através dela podemos nos libertar da nossa realidade mecânica e ir muito além deste mundo, trocar experiências, viver momentos de alegria e liberdade, enfim, aprender com as situações. Por meio das descobertas e da criatividade, a criança pode expressar-se, criticar e transformar a realidade.

2       DESENVOLVIMENTO

 

 Para que a ludicidade avance na educação é preciso fazer-se uma reflexão sobre o processo de ensinar e aprender. De acordo com Winnicott (1975) e Piaget (1975), conceitos como brinquedo, jogo e brincadeira são formados ao longo de nossa vida. É a forma peculiar que cada criança define suas brincadeiras como fonte de divertimento. Brincar é genético na criança e é fundamental para o seu desenvolvimento psicossocial. Através da interpelação da criança com os brinquedos ela desenvolve o raciocínio, a criatividade e a compreensão do mundo. Estudos afirmam que: "Brincar é a fase mais importante da infância – do desenvolvimento humano neste período – por ser a auto ativa representação do interno – a representação de necessidades e impulsos internos". Com a brincadeira a criança aumenta sua sensibilidade visual e auditiva, desenvolve habilidades motoras e cognitivas.

Brincar não é perda de tempo. A criança que não brinca é como um peixe fora da água. Os brinquedos possibilitam o desenvolvimento integral da criança porque ela se envolve efetivamente e socialmente; tudo isso acontece de maneira envolvente, onde a criança cria e recria normas e constrói alternativas para resolver dificuldades que surgem no ato do brincar. O ato de brincar é muito mais um processo do que um produto.

O brinquedo facilita a apreensão da realidade. Brincar é atividade e experiência: exige movimentação física. O brincar requer da criança participação completa.O brinquedo é essencialmente dinâmico e possibilita o surgimento de comportamentos espontâneos; padrões e normas podem ser criados: há liberdade para se tomar decisões.

 A essência da infância é o brinquedo; ele é o transporte para o crescimento, é também um meio muito natural que permite à criança explorar o mundo, possibilitando-lhe descobrir-se, conhecer seus sentimentos e sua forma de agir e reagir. Por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, seleciona idéias, estabelece relações lógicas e, assim, segue se socializando. Muitos seres vivos brincam: gatos, cachorros, ursos; mas somente os seres humanos organizam brincadeiras em forma de jogos. A capacidade de jogar surgiu nas mais antigas civilizações em todos os lugares do mundo.

Os brinquedos desempenham papéis relevantes para o desenvolvimento das crianças bem como para a transmissão da cultura de uma geração para a outra. De acordo com estudiosos da Educação Infantil que estudam o comportamento do brincar das crianças, o brinquedo é influenciado pela idade, sexo, presença de companheiros, surpresa, portanto, cabe ao professor valorizar o brinquedo para encorajá-los nos educandos, sem achar que está perdendo tempo. As habilidades sociais reforçadas pelo brinquedo são muitas: cooperação, comunicação eficiente, competição honesta e redução da agressividade.

 As crianças progridem com os brinquedos com as brincadeiras, as crianças desenvolvem a expressão corporal, gestos e postura. A relação que se estabelece entre o corpo, a mente da criança e o seu ambiente tem uma enorme importância para seu desenvolvimento. Vygotsky (1984) atribui relevante papel ao ato de brincar na constituição do pensamento infantil. É brincando, jogando que a criança revela seu estado cognitivo, visual, auditivo, tátil, motor, seu modo de aprender e de entrar em uma relação cognitiva com o mundo de eventos, pessoas, coisas e símbolos. A criança, por meio da brincadeira, reproduz o discurso externo e o internaliza, construindo seu próprio pensamento.

A linguagem, segundo Vygotsky (1984), tem importante papel no desenvolvimento cognitivo da criança à medida que sistematiza suas experiências e ainda colabora na organização dos processos em andamento. De acordo com Vygotsky (1984) a brincadeira cria para as crianças uma "zona de desenvolvimento proximal" que não é outra coisa senão a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o nível atual de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou com a colaboração de um companheiro mais capaz. Por meio das atividades lúdicas, a criança reduz muitas situações vividas em seu cotidiano, as quais, pela imaginação e pelo faz-de-conta, são reelaboradas.

 Esta representação do cotidiano se dá por meio da combinação entre experiências passadas e novas possibilidades de interpretações e reproduções do real de acordo com suas afeições, necessidades, desejos e paixões. Estas ações são fundamentais para a atividade criadora do homem. Tanto para Vygotsky (1984) como para Piaget (1975), o desenvolvimento não é linear, mas evolutivo e, nesse trajeto, a imigração se desenvolve.

 Uma vez que a criança brinca e desenvolve a capacidade para determinado tipo de conhecimento, ela dificilmente perde esta capacidade. É com a formação de conceitos que se dá a verdadeira aprendizagem e é no brincar que está um dos maiores espaços para a formação de conceitos. As contribuições das atividades lúdicas no desenvolvimento integral indicam que elas contribuem poderosamente no desenvolvimento global da criança e que todas as dimensões estão intrinsecamente vinculadas: a inteligência, a afetividade, a motricidade e a sociabilidade.

Essas qualidades são inseparáveis: sendo a afetividade a que constitui a energia necessária para a progressão psíquica, moral, intelectual e motriz da criança. Brincar é sinônimo de aprender, pois o brincar e o jogar geram um espaço para pensar, sendo que a criança avança no raciocínio, desenvolve o pensamento, estabelece contratos sociais, compreende o meio, satisfaz desejos, desenvolve habilidades, conhecimentos e criatividade.

 As integrações que o brincar e o jogo oportunizam favorecem a superação do egocentrismo, desenvolvendo a solidariedade e a empatia, e introduzem, especialmente no compartilhamento de jogos e brinquedos, novos sentidos para a posse e o consumo. A educação traz muitos desafios aos que nela trabalham e aos que se dedicam a sua causa. Muito já se pesquisou, escreveu-se e se discutiu sobre a educação, mas o tema é sempre atual e indispensável, pois seu foco principal é o ser humano

A maioria das escolas de hoje está preparando seus alunos para um mundo que já não existe. As aulas tradicionais deverão ser substituídas por orientar a aprendizagem do aluno na construção do seu próprio conhecer, como preconiza o construtivismo, o sócio interacionismo, porque, afinal, ou aluno e professor estão mobilizados e engajados no processo, ou não há ensino possível. Ninguém ensina a quem não querem aprender, estudos alertam para o fato de que a verdadeira aprendizagem é sempre significativa.

Se entendermos o conhecimento como uma representação mental, devemos saber que ensinar é um convite à exploração, à descoberta, e não uma pobre transmissão de informações e técnicas desprovidas de significado. Aprender a pensar sobre diferentes assuntos é muito mais importante do que memorizar fatos e dados a respeito dos assuntos. A própria criança nos aponta o caminho no momento em que não utiliza suas energias de forma vã. Do mesmo modo a escola deve educar: de forma inteligente e divertida.

O homem é um ser em constante mudança; logo, não é uma realidade acabada. Por esse motivo, a educação não pode arvorar-se do direito de reproduzir modelos e, muito menos, de colocar freios às possibilidades criativas das crianças.

 A pedagogia, ao invés de manter-se como sinônimo de teoria de como ensinar e de como aprender, deveria transformar a educação em desafio, em que a missão do mestre é propor situações que estimulem a atividade de reequilibrador do aluno, construtor do seu próprio conhecimento. A escola deve compreender que ela mesma, por um determinado tempo da história pedagógica, foi um dos instrumentos da imobilização da vida, e que esse tempo já terminou. A evolução do próprio conceito de aprendizagem sugere que educar passe a ser facilitar a criatividade e, deve-se abandonar de vez, a idéia de que apreender significa a mesma coisa que acumular conhecimentos sobre fatos, dados e informações isoladas numa autêntica sobrecarga da memória.

De acordo com o Referencial Curricular de a Educação Infantil educar significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural

É seduzir os seres humanos para o prazer de conhecer. É resgatar o verdadeiro sentido da palavra "escola", local de alegria, prazer intelectual, satisfação e desenvolvimento. Para atingir esse fim, é preciso que os educadores repensem o conteúdo e a sua prática pedagógica, substituindo a rigidez e a passividade pela vida, por alegria, por entusiasmo de aprender, pela maneira de ver, pensar, compreender e reconstruir o conhecimento.

 A educação lúdica contribui e influencia na formação da criança, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao mais alto espírito democrático enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. A sua prática exige a participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio. A escola necessita repensar quem ela está educando, considerando a vivência, o repertório e a individualidade do aluno, caso contrário, dificilmente estará contribuindo para mudança e produtividade de seus educandos.

Ao brincar, a criança aumenta sua auto-estima e independência; estimula sua sensibilidade visual e auditiva. O lúdico é significativo para a criança, porque através dele, a criança pode conhecer compreender e construir seus conhecimentos, tornando-se cidadã deste mundo. Através do lúdico na educação, a escola se torna mais atraente para as crianças. É preciso saber como adentrar ao mundo da criança; no seu sonho, no seu jogo e, a partir daí, jogar com ela.

É dever de o educador infantil transformar o brincar em atividade pedagógica para que como mediadores, experimentem o verdadeiro significado da aprendizagem com desejo e prazer. O educador deve recuperar a ludicidade dos alunos, ajudando-os a encontrar um sentido para suas vidas. As crianças aprendem muito ao brincar; adquirem não só conhecimentos escolares, mas também sobre a vida. O professor deve valorizar o lúdico na educação infantil visto que o brincar facilita a aprendizagem nos seus mais diversos campos, como a afetividade, a psicomotricidade, a sociabilidade, a solidariedade e a cognição.

 A contribuição do lúdico para o desenvolvimento e aprendizagem da criança, existe uma forte presença da abordagem desenvolvimentista de ensino na prática pedagógica, como se percebe nas brincadeiras direcionadas para despertar e estimular o desenvolvimento motor e cognitivo, social da criança.

 Desenvolve a coordenação motora visual, perceptiva, auditiva, etc.; aprendendo então as funções básicas naturais. A formação de hábitos e atitudes também é uma contribuição no desenvolvimento e aprendizagem da criança por meio da ludicidade. Isto é, a educação moral torna-se um conteúdo pedagógico a ser trabalhado com a criança da Educação Infantil, mas numa proposta crítica uma vez que se considere o educador como mediador e não um mero transmissor de normas e valores a serem inculcados na criança: através do brincar a criança pode desenvolver hábitos e atitudes tendo o professor como mediador.

De acordo com Freire, “a criança é uma especialista em brinquedo, mais até que a própria professora. Não uma especialista em teorizar sobre o brinquedo, mas em brincar.” O resgate do universo cultural infantil é o ponto de partida para a construção de situações lúdicas enriquecedoras para as crianças.

 O lúdico deve ser contemplado nas propostas pedagógicas da Educação Infantil e, numa perspectiva não utilitária apenas, possibilitar experiências reflexivas e significativas uma vez que envolve emoção, participação, prazer, descobertas, entre outros. No entanto, o tempo e espaço para o brincar estão cada vez mais reduzidos no âmbito escolar. A prioridade na instrumentalização precoce da criança é fato, fazendo com que a ação educativa se resuma somente numa dimensão técnica

. Numa abordagem crítico-superadora de ensino, é possível pensar nos jogos e nas brincadeiras enquanto conteúdos de ensino que possibilitam a valorização das experiências do aluno, a sua cultura e a construção do conhecimento a partir da relação com o meio, resolvendo problemas e promovendo descobertas.

 O jogo é uma das manifestações da cultura corporal do movimento que pode ser trabalhado de acordo com o nível da criança. Cabe ao educador, reconhecer as características dos alunos para que haja adequação dos conteúdos. É importante ressaltar que os educadores precisam estar atentos para o fato de que as crianças facilmente dão preferência ao lúdico essencial.

 Se analisarmos bem, a criança brincando terá oportunidades de desenvolver capacidades indispensáveis como afetividade, concentração e até mesmo habilidades psicomotoras onde serão explorados diferentes aspectos especiais, sendo eles nos jogos, nas atividades lúdicas e nas brincadeiras. Sendo assim a criança adquire uma relação com o lúdico através de interações sociais, aprendendo a participar ativamente nas atividades propostas e observar o que está sendo apresentado através do domínio do seu próprio corpo.

 Portanto, faz-se necessária uma formação continuada para os professores e professoras da Educação Infantil a fim de aprimorar a prática pedagógica. Nesse sentido, enfatizar a importância do aperfeiçoamento contínuo e atualização pedagógica dos professores como meio de reelaborarão e redefinição do currículo numa perspectiva crítica, bem como na prática cotidiana torna-se essencial o acesso aos conhecimentos que vêm sendo produzidos.

 É a possibilidade de renovar, produzir o conhecimento coletivamente, avançando na reflexão e na atuação pedagógica, a maioria dos professores ainda não domina plenamente os conhecimentos acerca da ludicidade na Educação Infantil. As condições de trabalho e remuneração dignas, além de recursos materiais básicos para dar suporte.

 Sabemos da quase inexistência de cursos ou oficinas de capacitação promovidas pela Secretaria Municipal de Educação e está já seria uma das iniciativas que deveria estar acontecendo de forma sistematizada e contínua para reverter gradativamente à atual situação em que se encontram muitos educadores no que se refere ao entendimento dos conhecimentos necessários à sua prática.

 

3       CONCLUSÃO

O aluno não pode ser apenas visto como um depósito de conhecimento essa postura afeta a credibilidade do aluno em sua potencialidade, acomoda o conhecimento sem a opção de transformá-lo. Os professores com sua prática têm que provocar o aluno a criar, recriar a ser crítico, sensível, curioso, e fazer com que o aluno sinta vontade de aprender, e de estar no ambiente escolar, pois é através de atividades mais dinâmicas que vamos conseguir fazer com que os alunos não queiram mais deixar a escola para fazer coisas que lhes interesse fora da escola, é preciso que ele sinta vontade de querer estar na escola, pois assim sua aprendizagem será significativa.

 O ato de educar não deve ser apenas o ato de repassar informações, de passar o conhecimento, se o professor traz para sala de aula o conceito pronto, acabado não dá ao aluno a possibilidade de aprender a fazer diferente. Assim o aluno não terá a chance de construir o seu próprio conceito, logo são fechadas todas as possibilidades do aluno questionar e buscar caminhos diferentes, porque o conceito foi entregue pronto, acabado e não lhe foi permitido criar, transformar, fazer de outra maneira. Através da pesquisa de campo foi possível perceber necessidade de repensar sobre a importância da ludicidade no processo de aprendizagem, pois ela facilita à aprendizagem, o desenvolvimento pessoal e social, a construção e assimilação do conhecimento, a comunicação, a expressão, a criatividade.

 O lúdico é uma necessidade humana e não deve se encarada como uma diversão qualquer. Mas não são todos os educadores que compreendem o lúdico como um importante meio de trabalho, nem todos percebem a sua real importância, apesar de ser comprovado e reconhecido o valor das atividades lúdicas no processo educativo. Faz-se necessário ressaltar que os processos de desenvolvimento e de aprendizagem envolvidos nos jogos e nas brincadeiras contribuem de forma significativa nos processos de apropriação do conhecimento, uma vez que, quando as crianças durante as atividades lúdicas, respeitam regras, aprendem a dominar seu próprio comportamento, desenvolvem o pensamento abstrato, a percepção visual, o autocontrole, a observação.

 O professor é a ponte para o conhecimento do aluno, para que ele seja uma pessoa capaz de criar, imaginar, sonhar isto será possível se fazer o uso do lúdico na sala de aula. Sendo assim, pode-se constatar que o jogo e brincadeira estão sendo utilizadas como importantes instrumentos pedagógicos para o desenvolvimento dos alunos nas habilidades físicas, cognitivas, afetivas e sociais, contribuições estas da ludicidade no processo pedagógico. Assim, entende-se a grande responsabilidade que o professor deve ter com a educação de seus discentes, uma vez que, o verdadeiro papel do educador é o de fazer com que os alunos, por meio de mediações, se apropriem do conhecimento científico, sistematizado, contribuindo assim para uma educação transformadora.

 

 

 

4       Referência:

BASTIANI, Catiane. A IMPORTÃNCIA DA LUDICIDADE NO PROCESSO EDUCATIVO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: A IMPORTÃNCIA DA LUDICIDADE NO PROCESSO EDUCATIVO DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Campus de São Miguel do Oeste-sc., 20 nov. 2021. Disponível em: http://www.uniedu.sed.sc.gov.br/index.php/pos-graduacao/trabalhos-de-conclusao-de-bolsistas/trabalhos-de-conclusao-de-bolsistas-a-partir-de-2018/ciencias-humanas/especializacao-4/461-a-importancia-da-ludicidade-no-processo-educativo-da-educacao-basica/file#:~:text=A%20ludicidade%20proporciona%20ao%20e. Acesso em: 20 nov. 2021.

 

TEREZA MARIA , Tereza Maria. Ludicidade no processo ensino-aprendizagem: motivação para alunos e professores: A perspectiva da ludicidade por meio dos jogos e das brincadeiras no contexto educacional. [S. l.], 20 nov. 2021. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/8/ludicidade-no-processo-ensino-aprendizagem-motivacao-para-alunos-e-professores. Acesso em: 20 nov. 2021.

 

 

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