MEDO DE FALAR EM PÙBLICO
FALAR EM PÚBLICO
Estudos epidemiológicos confirmaram que o
receio de falar em público é o mais prevalente na população geral, e sua
prevalência independe de gênero, etnia e idade que tem incitado estudos que
avaliem e dimensionem tal circunstância peculiar.
O
falar em público ao mesmo tempo tem sido avaliado como um poderoso estressor
psicossocial, provocando ansiedade e afetos negativos, além de respostas
neuroendócrinas, metabólicas, imunológicas, cardiovasculares e eletrodérmicas
(OSORIO, 2008, apud BAZO, 2015, p. 68).
O
receio social na maior parte das ocasiões está coligado às circunstâncias de
performance, como falar em público, as interações sociais do dia a dia, como ir
a uma festa, uma entrevista de emprego, etc. Há um fato incontestável, a
comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais em nosso
mundo globalizado, a busca da excelência nas comunicações é um desafio para
quem pretende atingir alto nível de profissionalismo e contribuir para o bom
desempenho dos seus negócios.
GLOSSOFOBIA: MEDO DE FALAR EM PÚBLICO
O medo é a sensação que todo ser humano
sente quando algo ou alguma coisa o ameaça, cabe notar que um acontecimento
desconhecido a seu ver, proporciona um estado físico e psicológico de
nervosismo e pavor perante algo que possa te prejudicar, seja o medo real ou
fruto da imaginação .
O correto seria dizer que o ser humano sente
medo do desconhecido, visto que ele está prestes a vivenciar algo que nunca
ocorreu com ele ou então com outro indivíduo e espera pelo resultado, seja ele
bom ou ruim, a presença do medo é evidente e certeira. O medo costuma ocupar um
papel muito importante na vida das pessoas. Pode ser definido como a alteração
psíquica que se manifesta no corpo na iminência de um perigo real ou
imaginário. O medo está latente no ser humano e manifesta-se no instinto de
autopreservação e autodefesa. O mesmo tem a função moderadora de disciplinar as
pessoas em seu ambiente social (TULLIO, DE BARROS, VALIGURA, 2016).
Na área das comunicações, falar em público
costuma despertar muitas inibições causadas principalmente por sentimentos de
inadequação e vergonha. Acrescentam-se a isso os complexos de inferioridade ou
de superioridade, o perfeccionismo exagerado, as inseguranças quanto à
autoimagem, o medo da rejeição, a baixa estima, a preocupação excessiva com a
crítica alheia, e pronto: está completo o bloqueio da comunicação. O medo
proporciona submissão que impede a autoexpressão, calando a voz do emissor.
A crítica é uma alimentadora do medo e muitas
vezes é interpretada como algo negativo de caráter agressivo que diante da
plateia o orador é julgado sobre suas ideias e conhecimento que não atendem as
expectativas dos ouvintes, porém ser criticado não significa que o orador
falhou, deve ter em mente a fonte primária dessa crítica e se ela tem
fundamento ou não, pois sem argumentos não passará de uma opinião. Por exemplo,
a crítica intelectual é baseada em conhecimentos somados da plateia, refere-se
a algo não observado pelo o orador, que deve ser investigado pelo mesmo, de
forma construtiva buscando a evolução. Tornando-se uma maneira eficaz de
subjugar obstáculo de acordo com (TULLIO, DE BARROS, VALIGURA, 2016).
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